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Uma tradição que precisa ser preservada: A cultura do Reisado da cidade de Boa Hora-PI



Neste dia 5 de janeiro de 2017 eu estive participando, juntamente com a equipe do Campo Maior em Foco, do Festival de Reisado da cidade de Boa Hora-PI. Na ocasião, produzi um pequeno vídeo contanto um pouco sobre como funciona a festa que a mais de 100 anos acontece naquelas terras.

Atualmente, o vídeo já está com mais de 1000 visualizações e muitos compartilhamentos!
Sem dúvidas, este é um festival que mesmo com os sufocamentos da modernidade, vem crescendo, e o mais importante, é apoiado pelo seu povo e de vem de fora para conhecer!



Agora, convido você que me lê a assistir. Confira o trabalho!


Paulo Martins, o senhor se sentiu traído muitas vezes enquanto foi prefeito de Campo Maior?






No dia 28 de dezembro realizei, junto com meu companheiro do Campo Maior em Foco, Otávio Neto, uma sabatina com o ex-prefeito de Campo Maior, Paulo Martins. Ele estava a poucas horas de deixar a sua gestão, que durou ao todo 5 anos e 5 meses.

Tratamos de fazer perguntas quentes e polêmicas, Como por exemplo: "O que deu errado no Campo Maior Prev? Qual o maior legado que o senhor deixa para o município? O senhor se arrepende de alguma decisão tomada no exercício do cargo? O próximo gestor vai encontrar uma prefeitura endividada ou é apenas falácia da oposição?"


Dentre os assuntos que tive a oportunidade lhe questionar, citei a pesquisa realizada em 2015 pelo Instituto BrVox, que afirma que 62% da população campomaiorense não aprovava o seu governo. O ex-prefeito nos falou que "As pesquisas não estão combinando com a prática", citando a eleição do professor Ribinha como uma prova de que o trabalho desenvolvido pelo PT teria sido tão bom que o povo teria votado no candidato apoiado por ele.

Sem se curvar diante de nenhuma das perguntas, Paulo até que "arrudiou" em algumas respostas, mas acabou explicando muitos pontos que precisavam ser esclarecidos. 

Citando o rompimento da ex-vereadora Josenaide com o seu grupo político, perguntei-lhe: "O senhor e sentiu traído muitas vezes?



Quer ver a resposta? Confira a entrevista, na íntegra:



Confira também a chamada da sabatina:


Afinal de contas, a Igreja de Santo Antonio de Campo Maior-PI teve três templos? Essas e outras questões!



É comum ouvirmos histórias da Igreja de Santo Antônio, de Campo Maior-PI, fazendo referências a existência de apenas dois templos católicos, onde um teria sido construído por Bernardo de Carvalho (mais ou menos em 1712-1715), e outro em 1944, com a liderança de Monsenhor Mateus Cortez Rufino e a ajuda da sociedade católica campomaiorense. Este último é o que temos atualmente.

Recentemente lançada em Campo Maior, a Revista Eugênio trouxe em suas páginas um artigo assinado pelo historiador Marcus Paixão com o seguinte título: “A igreja de Santo Antônio e seus três templos”.



Em seu texto, Marcus Paixão diz trazer como novidade informações de que em 1789/90 a Irmandade de Santo Antônio, “já bem organizada”, veio a construir uma nova igreja no lugar da primeira. Ele apresenta como fonte uma carta enviada pela própria irmandade, em 1779, para a Rainha de Portugal, Maria I. Ele escreve: “O texto apresenta o pedido como uma esmola e ajuda de custo”, “a esmola solicitada tinha a finalidade de terminar as obras da nova igreja”.

O autor fala que a data em que foram comemorados os 300 anos da Paróquia de Santo Antônio, 12 de novembro de 2015, está errada, citando como referência cartas de pessoas que residiam na freguesia em 1713. Ele diz: “A data proposta por Eduardo Zielski (1715), último bispo de Campo Maior, é historicamente insustentável”.

Historiador Marcus Paixão.
Foto: 180 Graus

Ele faz ainda referência ao livro “Da Matriz vejo a cidade: a igreja de Santo Antônio de Campo Maior”, da historiadora Natália Oliveira e da professora Dra. Alcília Afonso, citando: “Infelizmente, as autoras não tinham conhecimento da documentação portuguesa relativa à igreja, e não tiveram tempo de consultar minha obra, aonde a documentação é apresentada”, “meu desejo é desfazer de uma vez por todas esse mal-entendido”.

Por essas questões, resolvi me comunicar com a historiadora Natália Oliveira, que atualmente está estudando sobre a história da Igreja na Pontifícia Universidade Gregoriana, que fica em Roma, na Itália. E ela me respondeu!

Historiadora Natália Oliveira
juntamente com o novo cardeal 
brasileiro, Dom Sérgio.
Primeiramente a questionei sobre se realmente a data dos 300 anos da paróquia estaria errada, ou insustentável, como apresentou o autor do artigo. Ela afirmou que a data não foi “criada” pelo bispo, mas que ele levou em consideração um importante documento oficial da Igreja, o Anuário Católico:

“Sobre a datação da criação da Freguesia de Santo Antônio do Surubim, acho muito arriscado dizer que a data proposta pela Diocese de Campo Maior, é ‘historicamente insustentável’. Sendo que, esta data não foi elaborada por seu antigo bispo, Dom Eduardo Zielski, mas este levou em consideração que nenhum dos livros de história colonial do Piauí oferecem uma data precisa. Entretanto, o anuário católico apresenta que a segunda paróquia do Piauí foi instalada no ano de 1715. Esse material é gerado a partir do Censo Anual da Igreja Católica no Brasil – CAIC-Br, foi publicado pela primeira vez em 1965, ele contém os nomes e endereços de todos os bispos, padres, religiosos(as), diáconos, dioceses, paróquias, congregações e institutos da Igreja no Brasil, bem como as datas de instalação. O anuário se constitui como um dos principais instrumentos de identificação, registro e estatística da Igreja Católica no país, há mais de 50 anos.”

Sobre o terceiro templo da Igreja de Santo Antônio, apresentado por Marcus Paixão através da carta da irmandade e a falta desse dado em seu livro, a historiadora diz que seu estudo se restringiu a 30 anos do século passado e teve como principal objetivo mostrar a relevância do templo católico para o desenvolvimento social, cultural e econômico de Campo Maior:

“Penso que seja preciso fazer alguns esclarecimentos sobre a falta desse dato histórico no meu trabalho dissertativo. O primeiro deles é que o objetivo geral do livro Da Matriz vejo a cidade, era investigar a história da igreja de Santo Antônio em Campo Maior, observando a sua interferência no cenário urbano e as transformações sofridas no período (1941-1971). O meu recorte temporal são trinta anos do século XX, as informações dadas sobre os séculos precedentes foram fornecidas tendo como base a bibliografia existente sobre o período colonial no Piauí, como por exemplo: Luís Mott, Padre Cláudio Melo, Monsenhor Chaves e Odilon Nunes.

Estes autores não apresentam essas informações, mas falam da existência de dois templos. A pesquisa que realizei por dois anos e meio, tinha como objetivo investigar e analisar o processo anterior a demolição da atual catedral, os dezoitos anos de construção (1944-1962) e os nove anos em que o idealizador da nova construção ainda permaneceu a frente da Paróquia de Santo Antônio. O foco central da pesquisa era demonstrar a importância do templo católico para a paisagem urbana, bem como a sua relevância para o seu desenvolvimento social, cultural e econômico.

Outro fator importante que buscou-se evidenciar foi a participação voluntária dos católicos campomaiorenses na execução desta obra, que como afirmei dialoga com todo o seu entorno imediato e abrangente. Por fim, desejei apresentar a grande manifestação da importância desta paróquia para constituição da religiosidade de Campo Maior, que é os festejos de Santo Antônio, pois este influencia não somente a religião, mas possui um desdobramento político, social, cultural e econômico”.




Ainda sobre a carta enviada à Rainha de Portugal, ela diz:

“Tomar um único documento como verdade absoluta para ‘de uma vez por todas desfazer esse mal entendido’ é uma restrição da história, pois nos dias atuais não fazemos mais uma história positivista, onde o documento escrito, a fonte oficial é vista como única fonte verdadeira. Penso que essas fontes encontradas pelo nobre colega, podem abrir um grande leque de possibilidades, pois poderemos estudar vários aspectos e fazer inúmeras indagações. Dentre elas, o porquê de um silenciamento tão grande sobre a existência de um templo intermediário nas grandes obras do período colonial, sendo que ele pode ter sido construído justamente pela irmandade de Santo Antônio, grupo tão importante para a divulgação e ampliação da devoção do santo padroeiro da paróquia”.

Sobre as complicações na definição em se estabelecer a data da criação da Paróquia de Santo Antônio, a historiadora me disse que aproveitará sua estadia em Roma para se dedicar à pesquisas:

“Deve-se haver a consciência de que a tessitura da história é realizada a partir de muitas construções e de ‘várias verdades’, diante desse contexto de tantas dúvidas espero que essa discussão possa motivar os novos historiadores campomaiorenses e a mim mesma, pois  poderei aproveitar a minha estadia em Roma para realizar uma pesquisa mais aprofundada sobre esta datação tão imprecisa, mas repleta de indagações.”

Natália Oliveira finaliza suas palavras agradecendo as novas questões apresentadas pelo historiador Marcus Paixão e dizendo que está muito motivada a alargar seus questionamentos. Ele aproveita a oportunidade para incentivar os novos e futuros pesquisadores que estão saindo da Universidade Estadual do Piauí- UESPI, assim como ela saiu, a juntassem a eles nesse desbravamento da história colonial de nossa cidade:

“Certeau nos fala, em seu livro A Escrita da História, quando ele afirma que: ‘A história não reconstitui a verdade do ocorrido no passado. Vivemos no tempo da desconfiança em que se mostrou que toda interpretação histórica depende de um sistema de referência; que este sistema permanece uma filosofia implícita particular; que se infiltrando no trabalho de análise, organizando-o à sua revelia, remete à subjetividade do autor’ (pag. 67). Então, vamos continuar a construir e a desconstruir a história”.



Eu acredito que essas discussões são muito importantes para a construção de nossa história. Admiro muito o esforço do Marcus Paixão e da Natália Oliveira no sentido de procurar respostas para aquilo que é desconhecido, e de trabalhar para que este conhecimento seja divulgado, ampliado, e até mesmo questionado!


Leia o artigo do historiador Marcus Paixão:
Imagem disponibilizada no site 180 graus.


Ei, avisa que eu voltei!





Meus amigos!


Depois de um bom tempo sem postar novos conteúdos em meu site (opiniaologica.com), estou novamente voltando! A falta de tempo é a principal inimiga, mas farei o possível para que ela não me atrapalhe.

É bom voltar a escrever..

Aproveitei as "folguinhas" e dei uma reformulada no layout do site. Voltarei a falar sobre o cotidiano, Direito, política e outras coisas que achar interessante!

Desde quando me afastei do site muitas coisas aconteceram, mas agora, poderão ser contadas à todos! Vem coisa boa por aí!

Campo Maior, avisa que eu voltei!

ENEM 2016: Por que a intolerância Religiosa no Brasil realmente precisar ser discutida?

Papa Francisco cumprimenta o secretário-geral da Federação Luterana Mundial, Martin Junge
 Um tema muito atual e que precisa ser bastante debatido em nossa sociedade. Assim caracterizo o tema da redação do Enem 2016 (Exame Nacional do Ensino Médio): “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”.

Vivemos em um país com dimensões continentais e com uma cultura muito rica, por conta das diversidades religiosas, culturais e políticas. Isso faria do Brasil um lugar que, ao menos na teoria, as pessoas respeitassem as crenças uns dos outros.  Na realidade, todos nós sabemos que nossa nação é um enorme palco de intolerância!

Como esquecer do pastor da Igreja Universal que chutou uma Imagem de Nossa Senhora Aparecida, ao vivo, pela tv? Como não lembrar das pesadas críticas nas redes sociais fazendo referência a uma suposta aparição de Nossa Senhora, em Campo Maior? Como fechar os olhos para as perseguições feitas a padres, bispos, pastores, testemunhas de Jeová, apenas por que certas pessoas não aceitam os seus posicionamentos e posturas? Como se calar ao se referir as religiões afrodescendentes, tão discriminadas?

Devíamos ser referência para o mundo, mas não somos!

O pior de tudo é que é grande o “rol de intolerâncias”, ou seja, ela (intolerância) não é exclusiva para questões religiosas, mas também quando falamos de sexualidade, posicionamento político.. e por aí vai! Refleti bastante sobre esse tema quando falavam de uma aparição de Maria em Campo Maior, e por isso, fui chamado de intolerante!

Mas afinal, o que é intolerância? O que é ser tolerante?
É apenas saber ouvir? É apenas respeitar a opinião do outro?

Por providência divina, ou não, recebi ontem em minha casa um jovem evangélico que me fez vários questionamentos sobre a igreja que eu frequento (Igreja Católica). Ele me perguntou sobre as imagens de gesso, dizendo que nós católicos adoramos imagens, que nós adoramos a Maria e os santos.

Na conversa, expliquei para ele a diferença entre “adoração” e “veneração”. Católicos adoram apenas a Deus! O ato de venerar é: respeitar, lembrar e tomar como exemplo o modelo de vida de pessoas que aqui na Terra foram fiéis a Deus e seguiram o Seu projeto de vida.


Eu apenas aceitei conversar por que ele se mostrou aberto ao diálogo. E sob esta ótica, reflitamos sobre estes questionamentos: 
Vale a pena discutir com alguém que não está disposto a ouvir? 
Vale a tentativa de falar com uma pessoa que não está aberta ao diálogo? 
É possível realmente estabelecer uma troca de pensamentos e experiências com alguém que diz que sua crença é falsa, imoral, demoníaca?

Eu acho que não! Não vale a pena “brigar” por religião!

Foi feliz na redação do Enem 2016 quem lembrou da viagem do Papa Francisco nesta semana (01/11/16) para a Suécia, onde ele participou da Comemoração Conjunta Luterano-Católica nos 500 anos da Reforma Protestante, que se celebram em 2017. Na oportunidade, o Santo Padre assinou uma declaração conjunta com os Luteranos e disse: “Enquanto estamos profundamente agradecidos pelos dons espirituais e teológicos que recebemos pela Reforma, nós também confessamos e lamentamos perante Cristo que Luteranos e Católicos feriram a unidade visível da Igreja. As diferenças teológicas foram acompanhadas por preconceitos e conflitos, e a religião foi instrumentalizada para fins políticos”.

É preciso muito cuidado para não usarmos nossas crenças para fins políticos, por que para nós, cristãos, sendo católico, batista, testemunha de Jeová e etc’s,  como disse o Papa Francisco: “O que nos une é maior do que o que nos divide”.

Devemos sempre ser abertos ao diálogo e respeitar a diferença. Só assim promoveremos a prática da tolerância.


Por Helder Felipe

ASSISTA: Uma mesa redonda com alguns comunicadores de Campo Maior, que eu organizei

Na manhã deste domingo, dia 30 de Outubro, tive o imenso prazer de mediar uma Mesa Redonda com alguns dos grandes nomes da comunicação da nossa cidade, Campo Maior-PI. O evento foi promovido pela Pastoral da Comunicação da Catedral de Santo Antônio e tratou de variados temas envolvendo os principais assuntos referentes à comunicação social. Ele aconteceu no Salão Paroquial da Matriz.

Sei que já fiz isso, antes e depois da Mesa Redonda, mas agradeço novamente aos participantes, que tanto contribuíram para que esse encontro se tornasse um debate de alto nível: Valdemir de Catro (Líder FM), Girlêudo Silva (Meio Norte FM), Jorge Câmara (Rádio Heróis do Jenipapo) e Weslley Paz (Portal Campo Maior em Foco).

Acredito eu que todos os participantes saíram do Salão Paroquial mais entusiasmados em comunicar a Deus, Autor e Princípio de tudo.

Digo aos senhores, é muito difícil ser PASCOM! Ser PASCOM é muito além de postar fotos, fazer um texto legível, postar a homilia do padre no Facebook.. Muito além.. Na verdade, ser PASCOM, é ter a certeza de que nós, como cristãos, temos a missão de sermos comunicadores da verdade absoluta que é o próprio Deus.

Deus por vontade própria decide se comunicar conosco, e faz isso todos os dias, através das mais variadas formas.

Ser PASCOM é ter compromisso e responsabilidade em comunicar a Cristo. É ter fé. É saber ouvir a voz do povo. É criticar as injustiças sociais. É evangelizar. É dar testemunho.

Enfim, Ser "Pastoral da Comunicação", é AMAR.


ASSISTA NA ÍNTEGRA A MESA REDONDA COM OS COMUNICADORES:


A POLÍTICA NÃO PARA: E quando alguém promete dar uma pisa em alguém, pra passar no Fantástico?

O período eleitoral em Campo Maior acabou e  o grande vencedor foi o professor Ribinha (PT), que em janeiro de 2017 assumirá o mais alto cargo do executivo campomaiorense. Como falaria Michel Temer: "Tornar-se-á prefeito!"
Foto: assessoria do professor Ribinha
Mesmo a população de nossa cidade já tendo escolhido o seu futuro gestor, muitas pessoas de diferentes posições políticas ainda andam "trocando farpas" nas redes sociais, ou através do Whatsapp. As provocações são constantes!

Na noite de ontem (03/10/16) fui surpreendido com uma enxurrada de áudios em meu celular. Alguns deles retratavam um desentendimento entre um apoiador do PT (Ribinha) e um do PPS (Joãozinho).

Tudo teria começado por causa de uma acusação de que Ribinha estaria fazendo "boca de urna" ao visitar as seções eleitorais da cidade. Daí por diante a "baixaria começou", literalmente! De um lado vinham acusações pessoais e do outro, xingamentos e ameaça de "escovar os dentes" com uma arma. Acredito que a parte mais surpreendente dos áudios, é a promessa que um deles faz: Dar uma "pisa" tão grande no outro, que poderá sair até no Fantástico, programa dominical da Rede Globo.

Não coloco aqui o nome dos envolvidos por ética.

Que os áudios foram engraçados não nego.. Seria cômico, se não fosse TRAGICÔMICO

Muitas pessoas precisam entender que não se deve fazer política baseada nas ameaças, e sim nas propostas e projetos. Isso tudo sem falar nas notícias de que mataram um bode no centro da cidade, como uma espécie de "retaliação" ao grupo de Joãozinho, que perdeu com uma diferença de 2200 votos do primeiro colocado.

Quem se envolve em brigas por causa de política faz mal a si próprio! Eu, particularmente, não voto em candidato arrogante, ignorante, inacessível..

Termino esse artigo agradecendo a todos vocês que me acompanharam nesses dias de cobertura das eleições 2016, como também parabenizando o professor Ribinha e os vereadores escolhidos pelo povo. Democracia se faz dessa forma! É a MAIORIA do povo que decide, não significando que a MINORIA não deva participar da administração, mas, pelo contrário, ela deve atuar fiscalizando aqueles que foram eleitos.

Por Helder Felipe